In the field of disability studies and among those who champion disability pride it is commonplace to talk about "disability culture." The concept will figure in an essay I wrote for New Mobility magazine about travel and disability.
There is another conversation heating up. It seems to be happening in several places around the world simultaneously. One would hope it is in part due to the impact of the UN Declaration on the Rights of Persons with Disabilities that includes access to culture.
Both in the Spanish-speaking and the Portuguese-speaking worlds access to museums has surfaced as a recent issue for advocacy. On a broader scale, access to heritage sites such as the Taj Mahal or Angkor Wat, reflects the same concern. Below are two articles in Spanish and Portuguese and a link to a museum project reported by Ms. Wheelchair Massachusetts 2007.
Universal Design Model: The Museum At The Mill by Kristen McCosh, Ms. Wheelchair Massachusetts 2007:
http://mswheelchairmass07.blogspot.com/2007/10/universal-design-model-museum-at-mill.html
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Denuncia la falta de accesibilidad en museos
Como se apunta en el texto, “muy pocos museos españoles pueden presumir de disponer de las condiciones arquitectónicas, materiales y de formación necesarias para que las personas con discapacidad puedan acudir a disfrutar de los recursos culturales”.“Según la normativa vigente en España, los museos no tienen obligación de tener medidas de accesibilidad concretas, ya que tan sólo existe una legislación general que no se cumple en la inmensa mayoría de los casos y que aquí no es sancionadora como en otros países como Estados Unidos”, señaló la jefa del departamento de recursos culturales de la ONCE, Mercedes Hernández.
En cuanto a las instalaciones, estas personas necesitan ascensores acristalados para poder comunicarse con el exterior y sistemas de inducción magnética que mejoren la señal auditiva a los usuarios de prótesis en las salas de proyección y de conferencias.
Por otro lado, una persona ciega no obtiene información de las obras pictóricas o no puede leer los carteles de los materiales de un museo. Del mismo modo, una persona sorda no puede atender a las explicaciones verbales de un guía o a las locuciones de los vídeos que se proyectan. A todo esto se le puede añadir la dificultad que representa tener que moverse por las diferentes salas. Del mismo modo, los recursos de accesibilidad para personas sordas que debería poseer cualquier museo son: alarmas de emergencia luminosas, señalización suficiente, avisos de información visuales mediante rótulos o displays y audioguías con información textual en las pantallas.
La formación del personal del museo también es indispensable para este sector social, por eso el movimiento asociativo pide formación básica y específica en lengua de señas y subtítulos en los diferentes medios audiovisuales.
El trabajo de las organizaciones de la discapacidad está centrado en conseguir mayor accesibilidad a la cultura en una doble dirección: por un lado, sensibilizando a la Administración sobre la imperiosa necesidad de adaptar los recintos y exposiciones para todos los ciudadanos y, por otro, asesorando a los profesionales que trabajan en ellos en la ejecución práctica de la accesibilidad y en el trato de las personas con discapacidad.
Museus acessíveis
Por Leandra Migotto Certeza
Profissionais trabalham para o acesso à cultura. A especialista em acessibilidade em museus Viviane Panelli Sarraf, lança um pesquisa para conhecer melhor o público com deficiência que visita os museus. Participe!
Segundo o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional existem aproximadamente 2.208 museus no Brasil. São 366 só no Estado de São Paulo. Você costuma visitá-los? Com que freqüência? Por quê? Quais são suas expectativas em relação a eles?Caso você tenha alguma deficiência visual (dependendo do grau) pode precisar de ajuda para consultar os sites dos veículos de comunicação - que ainda não são acessíveis - e saber as principais atividades dos museus.
Você consegue chegar até os museus e permanecer neles com tranqüilidade? Se você utiliza cadeira de rodas para se locomover, poderá encontrar dificuldades de transporte e barreiras arquitetônicas, externas e internas. Se você quebrou o pé e precisa, temporariamente, de um par de muletas para conseguir andar, encontrará dificuldades para subir degraus e/ou escadas.
Ao visitar um museu, você compreende o que os educadores explicam durante as visitas guiadas? Se você tem alguma deficiência auditiva ou intelectual, poderá encontrar dificuldades para se comunicar, pois os museus estão começando a treinar os monitores para falar a Língua Brasileira de Sinais, e como se relacionar com diferentes formas de pensar.
Você interage durante as atividades propostas pelos educadores? Se você tem surdocegueira encontrará dificuldades, pois os museus estão começando a produzir recursos sensoriais, como maquetes e/ou réplicas de 'obras', por exemplo.
Você encontra sanitários com portas mais largas dentro dos museus? Caso você se locomova com ajuda de um andador, devido à idade; ou vá ao museu acompanhado do seu filho (carregando-o em um carinho), encontrará dificuldades, pois os museus começaram a se tornar acessíveis há pouco tempo.
Viviane Panelli Sarraf, especialista em acessibilidade em museus,explica que até meados do século XX, os europeus ainda estavam muito voltados às suas origens, às elites. O público dos museus, ou seja, as pessoas, só começaram a receber atenção da museologia, após o término da segunda guerra mundial. Museu do Louvre, Museu D'Orsay, Museu do Prado e Tate Gallery, são exemplos de instituições acessíveis.
Já os brasileiros começaram a respeitar a diversidade humana no final do século XX e início do século XXI. Os principais museus que se tornaram acessíveis foram o MAC - Museu de Arte Contemporânea da USP (Universidade de São Paulo); o Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro; a Pinacoteca do Estado de São Paulo, e o Centro de Memória Dorina Nowill, em São Paulo.
Para conhecer o público com deficiência que visita os museus, Viviane lança uma pesquisa. Respondê-la é simples e rápido, são apenas quatro perguntas objetivas. Clique aqui e participe!
Programa de Orientação para Museus Acessíveis
O Centro de Memória Dorina Nowill foi criado em 2002, na FDNC - Fundação Dorina Nowiill para Cegos, com o objetivo de preservar a história da inclusão da pessoa com deficiência visual no Brasil.
O Centro de Memória também é acessível às pessoas com deficiência física. E desde 2003, vem ampliando sua atuação em prol da inclusão, com a criação do Programa de Orientação para Museus Acessíveis. O programa faz visitas de sensibilização e ministra workshops de formação sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
"Durante as visita, estamos na companhia de pessoas videntes que nos descrevem com detalhes o local, além do que, utilizamos as escadas; rampas (quando existem); sentimos sinais pódo-táteis (quando os mesmos estão lá); verificamos se existem publicações acessíveis (folhetos em braille, catálogos digitais etc) e recursos sensoriais (maquetes, réplicas, etc), além de áreas de descanso, e principalmente, se os monitores foram treinados", explica Antonio Carlos, um dos voluntários do programa.
Coordenados pela especialista em acessibilidade em museus, Viviane Panelli Sarraf, os voluntários do programa (em sua maioria pessoas com deficiência visual) já estiveram no Museu de Zoologia da USP; Museu de Geociências da USP, Museu Lasar Segall; Espaço Cultural do Banco Real; Museu do Instituto Biológico; Museu Biológico; Museu de Microbiologia do Instituto Butantã; Museu da Bíblia; MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu do Instituto Adolfo Lutz; Museu de Arte Brasileira da FAAP; e exposições na OCA; (Parque do Ibirapuera), todos no município de São Paulo.
"Os museus que efetivamente implantam programas acessíveis começam a receber mais visitas", comenta Viviane. Desde abril de 2005, a exposição "Fundação e Suas Muitas Histórias" do Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 1.200 pessoas com deficiência acompanhadas de educadores. Segundo a especialista, esse número é maior ainda, somado aos visitantes espontâneos.
Para Viviane, "a acessibilidade torna o museu mais atrativo para um maior número de visitantes potenciais. As rampas para pessoas em cadeiras de rodas também são úteis para carrinhos de bebê; e sinalizações e identificações de peças em letras grandes também facilitam a leitura de crianças e de pessoas da terceira idade, por exemplo. No entanto, o grande desafio hoje é tornar a informação acessível e eliminar as barreiras mais difíceis, as atitudinais (o pré-conceito de cada indivíduo)".
Para tornar ou criar ambientes convidativos a todas as pessoas, é preciso unir forças e trabalhar em conjunto. Parcerias eficazes e de baixo custo com ONGs, instituições, órgãos públicos, escolas e universidades, centros culturais, empresas privadas, e profissionais é o melhor caminho para levar cultura a todos. Os museus são um dos melhores exemplos de como é possível que a arte esteja ao alcance de todos.
Basta querer!Antonio Carlos e Marieta são voluntários do programa de acessibilidade em museus da FDNC. Saibam o que eles pensam sobre o assunto e conheça um pouco mais sobre o trabalho que realizam, clicando em seus nomes.
*Leandra Migotto Certeza é paulista, deficiente física, Produtora Editorial, Jornalista há oito anos (MTb 40546), Repórter e colunista voluntária da Rede SACI e do Site Sentidos. Participa da Rede de Ativistas de Direitos Humanos do Hemisfério Sul e Rede Diálogo DH da Conectas - Direitos Humanos. É Diretora de Divulgação Voluntária da ABOI - Associação de Osteogeneis Imperfecta, e voluntária do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de SP. Foi uma das quatro brasileiras premiadas no concurso de periodismo Sociedad Para Todos na Colômbia, e ficou em segundo lugar no "Sexto Congresso Internacional Prazeres Dês-Organizados - Corpos, Direitos e Culturas em Transformação", promovido pela IASSCS - Associação Internacional para o Estudo da Sexualidade, Cultura e Sociedade, em Lima no Peru na Categoria: apresentação de pôster sobre o projeto "Fantasias Caleidoscópicas" (ensaio fotográfico sensual de pessoas com deficiência) sobre o tema: Sexualidad y Mujeres con Discapacidad, em 2007. Desenvolve o projeto, Caleidoscópio Comunicações - Consultoria em Inclusão Social, realizando palestras, treinamentos e assessoria técnica em empresas, escolas e ONGs. Informações: inclusaosocial@yahoo.com.br e Tel: 55 (0xx11) 3453-5370 ou 8697-9067.
*Viviane Panelli Sarraf é Especialista em Acessibilidade em Museus, Pesquisadora da ECA - USP na área de Políticas Culturais de Acessibilidade em Museus, e Diretora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, que presta serviços para a Fundação Dorina Nowill para Cegos, além de outros museus e/ou centros culturais. Informações: vsarraf@gmail.com.
Sentidos
http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=12947&canal=agenda